São Paulo concentra 37,0% do valor enviado em Pix no país em junho de 2026
O estado de São Paulo enviou R$ 1,1 trilhão via Pix em junho de 2026, à frente de Rio de Janeiro e Minas Gerais no ranking dos 27 estados.
O que importa nesta leitura
São Paulo · junho de 2026
Somando os municípios de cada unidade da federação, São Paulo lidera o valor enviado via Pix em junho de 2026 com R$ 1,1 trilhão — 37,0% de tudo o que o conjunto de dados registra no país.
Sobre a soma de todos os municípios do conjunto.
A concentração em números
Depois de São Paulo vêm Rio de Janeiro (R$ 256,2 bilhões) e Minas Gerais (R$ 241,9 bilhões). O primeiro colocado envia 4,4 vezes o valor do segundo.
Em transações, São Paulo soma 1,7 bilhão de envios no mês.
O valor enviado pelo estado ficou 4,3% acima do mês anterior a junho de 2026. A linha ao lado mostra esse valor nos meses já coletados.
Linha com o valor mensal enviado via Pix pelo estado de São Paulo. jan/26: sem dado; fev/26: R$ 974,6 bilhões; mar/26: R$ 1,2 trilhão; abr/26: R$ 1,1 trilhão; mai/26: R$ 1,1 trilhão; jun/26: R$ 1,1 trilhão.
Os dez primeiros
O ranking ao lado traz os dez estados de maior valor enviado, com a tabela completa disponível abaixo do gráfico. Todos medidos pelo mesmo critério: soma dos municípios do estado, pelo lado do pagador.
Os 28 estados do conjunto somam R$ 3,0 trilhões no mês.
Como o estado é o do endereço registrado de quem paga — e o de uma empresa é o da sua sede —, a concentração aqui reflete também onde as companhias estão domiciliadas, não apenas onde o dinheiro é gasto.
Ranking dos estados por valor enviado via Pix em junho de 2026. 1º São Paulo: R$ 1,1 trilhão; 2º Rio de Janeiro: R$ 256,2 bilhões; 3º Minas Gerais: R$ 241,9 bilhões; 4º Paraná: R$ 207,7 bilhões; 5º Rio Grande do Sul: R$ 140,6 bilhões; 6º Santa Catarina: R$ 138,0 bilhões; 7º Bahia: R$ 113,3 bilhões; 8º Goiás: R$ 102,9 bilhões; 9º Ceará: R$ 74,3 bilhões; 10º Pernambuco: R$ 73,9 bilhões.
Ver ranking em tabela
| Posição | Item | Valor |
|---|---|---|
| 1º | São Paulo | R$ 1,1 trilhão |
| 2º | Rio de Janeiro | R$ 256,2 bilhões |
| 3º | Minas Gerais | R$ 241,9 bilhões |
| 4º | Paraná | R$ 207,7 bilhões |
| 5º | Rio Grande do Sul | R$ 140,6 bilhões |
| 6º | Santa Catarina | R$ 138,0 bilhões |
| 7º | Bahia | R$ 113,3 bilhões |
| 8º | Goiás | R$ 102,9 bilhões |
| 9º | Ceará | R$ 74,3 bilhões |
| 10º | Pernambuco | R$ 73,9 bilhões |
O que acompanhar
A distância entre o primeiro colocado e o resto do ranking é o número a observar nos próximos meses, junto com a posição dos estados do meio da tabela, onde as trocas de posição são mais frequentes.
De onde vêm estes números
- Fonte
- Banco Central do Brasil
- Conjunto
- TransacoesPixPorMunicipio
- Referência
- junho de 2026
- Coleta
- 29/07/2026
- Verificação
- 29/07/2026
Metodologia completa e limites do dado
Os números desta página vêm de um único conjunto de dados: TransacoesPixPorMunicipio, da API Pix Dados Abertos do Banco Central, na competência de junho de 2026. Nenhum número foi combinado com outro conjunto.
O valor de cada estado é a soma dos seus municípios pelo lado do pagador. A participação no país usa como denominador a soma de todos os municípios deste mesmo conjunto.
A unidade federativa é a da origem registrada da transação, o que inclui a sede da empresa pagadora.
O que estes dados não permitem dizer: afirmar que a população de um estado usa mais ou menos o Pix — o dado é de origem registrada, não de consumo dos moradores; nem comparar com o total nacional divulgado em outro conjunto: o EstatisticasTransacoesPix tem recorte próprio e não fecha com a soma dos municípios.
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